Sala de controle vazia, repleta de monitores exibindo transmissões de dados ao vivo.

Duas tendências de cibersegurança de 2017 que todo profissional de operações de segurança deve conhecer.

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Principais conclusões do relatório "Estado Global da Segurança da Informação 2017" da PwC

Todos os anos, um pequeno número de pesquisas de referência oferece insights e conhecimentos que permitem uma proteção de cibersegurança mais eficaz. O relatório "Estado Global da Segurança da Informação" de 2017 da PwC é um desses estudos, baseado em entrevistas com mais de 10,000 Executivos de negócios e de TI. Embora seja um estudo abrangente, duas descobertas principais se destacam como contribuições essenciais para uma equipe de segurança cibernética.

Descoberta principal #1: Os processos de cibersegurança exigem integração, gestão e melhoria contínua — a orquestração da segurança e o aumento da automação são essenciais.

Com o surgimento de novas ameaças mais virulentas, a integração eficaz e o uso eficiente de todas as suas ferramentas de segurança tornam-se cruciais. Orquestração de segurança Proporciona sinergia entre ferramentas de segurança individuais para uma melhor proteção. 

A automação da cibersegurança melhora continuamente a produtividade e o sucesso da equipe de cibersegurança existente. Utilizando APIs e métodos de segurança definidos por software (SDSec), automação de segurança Permite que a equipe de SecOps opere com mais eficiência e investigue um volume maior de alarmes, reduzindo significativamente o tempo médio de resposta. É uma prioridade crítica, dada a escassez de pessoal treinado para lidar com o volume avassalador de ameaças. Mas, de acordo com uma pesquisa da AlgoSec, apenas 151.000 dos entrevistados tinham processos de segurança altamente automatizados e 331.000 tinham pouca ou nenhuma automação.

Descoberta principal #2: Aumento do uso de análises e inteligência de ameaças.

O estudo da PwC também destaca a necessidade de usar análises avançadas e inteligência de ameaças em tempo real para desenvolver um contexto para a compreensão dos riscos. A versão de 2016 do mesmo relatório constatou que 591 mil dos entrevistados já utilizam Big Data Analytics para modelar ameaças à segurança, demonstrando que as operações de segurança estão caminhando nessa direção. Esse contexto é crucial para responder a ameaças de forma eficaz com segurança automatizada. Além disso, a combinação do histórico de casos com o conhecimento situacional em tempo real de novas ou exclusivas ameaças cibernéticas permite determinar se eventos isolados fazem parte de um ataque cibernético de maior escala e ajuda a orquestrar uma resposta a incidentes mais rápida.

Essas duas descobertas importantes reforçam a necessidade de as equipes de cibersegurança continuarem evoluindo para se defenderem contra as ameaças mais recentes. A orquestração e o uso eficaz de inteligência de ameaças são agora táticas indispensáveis para proteger sua organização. Você pode obter mais informações sobre como implantar a orquestração de segurança de forma eficaz neste Swimlane. caso de uso.

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