Explore o estado atual da convergência de TI/OT e como a automação de segurança impulsiona o sucesso operacional.
Ao longo da última década, os setores de infraestrutura crítica testemunharam diversas mudanças em áreas como gestão da cadeia de suprimentos, gestão de energia e monitoramento remoto. A convergência de sistemas de tecnologia operacional (TO) com sistemas de tecnologia da informação (TI) criou muitas oportunidades, bem como desafios para as equipes de segurança.
O que é convergência de TI/TO?
A convergência de TI/TO (Tecnologia da Informação e Tecnologia Operacional) é a integração de sistemas de TI e sistemas de TO. Essa convergência traz equipamentos e dispositivos físicos para um ambiente digital, o que leva a uma abordagem unificada para o monitoramento de sistemas.
Com a convergência dos sistemas de TI e TO, o número de ativos que as equipes de segurança de TO precisam gerenciar aumentou exponencialmente. O gerenciamento de ativos e vulnerabilidades desempenha um papel fundamental nesse processo. Estrutura de cibersegurança do NIST mas também consome muito tempo e mão de obra dos analistas. À medida que TI e TO continuam a convergir, desafios como o esgotamento profissional dos analistas, a expansão das superfícies de ataque e os ataques cibernéticos só irão piorar.
É por isso que os líderes de segurança de OT (Tecnologia Operacional) começaram a recorrer a soluções de segurança automatizadas para superar seus maiores obstáculos. A infraestrutura crítica está apenas começando a utilizar a automação de segurança – as possibilidades são infinitas para a automação de TI e OT.
Mas primeiro, vamos analisar os ambientes de segurança de TI e TO atuais.
O Estado Atual de TI/TO: Uma História de Dois Sistemas
A Tecnologia Operacional (TO) engloba uma vasta gama de sistemas utilizados em ambientes industriais para monitorar e controlar processos físicos, como linhas de produção, usinas de energia ou redes elétricas. Por outro lado, a Tecnologia da Informação (TI) concentra-se na gestão do fluxo de dados entre pessoas e computadores – desde laptops e smartphones até servidores em nuvem e bancos de dados.
Essas duas disciplinas evoluíram independentemente ao longo do tempo, resultando em tecnologias distintas que nem sempre se comunicam de forma eficiente. Com a digitalização de setores como o da manufatura, o número de dispositivos conectados utilizados nunca foi tão alto.
A explosão da Internet das Coisas (IoT) gerou ainda mais Big Data, que se encontra no centro das atenções das áreas de TI e TO. Estima-se que haverá mais de 75 bilhões de dispositivos IoT até 2025, muitos dentro dos ecossistemas de OT. E 72% de líderes industriais Espera-se que a IoT tenha o impacto futuro mais profundo em suas organizações.
Alguns podem chamar isso de palavra da moda, mas a transição para Indústria 4.0 Isso alimenta ainda mais a convergência de TI/OT — e seus pontos problemáticos. O aumento dos ativos de IoT e a transição para ambientes de nuvem expuseram as organizações a mais ameaças. Mais ameaças significam maior volume de trabalho manual para as equipes de segurança de OT.
Recorrendo à automação para o sucesso operacional
Tradicionalmente, os mundos da TI e da TO têm operado de forma isolada, com cada grupo focado em suas cargas de trabalho, métricas e processos. Hoje em dia, é evidente que a única maneira de melhorar a postura de segurança contra riscos é alinhando os sistemas de TI e TO. A chave para desbloquear esse potencial é a automação – usar a automação para tornar os processos manuais mais eficientes e eficazes.
Aumente a visibilidade, melhore as métricas
Em segurança, a visibilidade é fundamental. Sem ela, você não consegue saber o que está acontecendo na sua rede nem a eficácia dos seus controles de segurança. Processos manuais criam pontos cegos e impossibilitam o monitoramento e a detecção de ameaças cibernéticas em tempo real.
A automação ajuda a preencher essas lacunas, permitindo que você monitore toda a sua infraestrutura a partir de uma única plataforma, para que você possa obter uma visão holística de todos os dispositivos da empresa. Isso possibilita a detecção rápida de problemas antes que causem danos, enviando alertas com base em regras ou limites predefinidos quando qualquer evento ocorre.
Reduzir o risco organizacional
A automação de segurança ajuda a reduzir o risco organizacional para a segurança de OT (Tecnologia Operacional) ao diminuir a necessidade de intervenção humana em atividades de detecção de ameaças e resposta a incidentes. As equipes de segurança de OT podem implementar processos automatizados como quarentena de dispositivos, isolamento, etiquetagem de dispositivos e implantação de iscas. Quando a automação é usada para aprimorar o gerenciamento de vulnerabilidades, as equipes de segurança de OT podem corrigir ativos proativamente e monitorar ameaças.
Acelerar o avanço da segurança de OT
A automação é uma ferramenta poderosa que pode ajudar a otimizar seus processos, aumentar a produtividade e reduzir custos. É também uma maneira ideal de acelerar os avanços em segurança de tecnologia operacional (OT) ao automatizar tarefas que, de outra forma, exigiriam esforço manual.
Ao direcionar a atenção da equipe de tarefas repetitivas para a tomada de decisões estratégicas, os líderes de segurança podem reduzir o esgotamento profissional e, ao mesmo tempo, melhorar a postura de gestão de riscos de segurança. Adotar uma abordagem proativa para a segurança de tecnologia operacional (OT) é fundamental para desbloquear mais possibilidades com a automação.
O futuro do alinhamento entre TI e TO
A Indústria 4.0 depende da automação para dar suporte à operação eficiente de sistemas industriais e infraestruturas críticas. No futuro, a necessidade de automação continuará a crescer, especialmente no que diz respeito a soluções mais fáceis de usar.
Mantenha os humanos no ciclo de automação.
A automação não elimina a necessidade de pessoas. Isso facilita a vida deles. Ao automatizar tarefas repetitivas e demoradas, os profissionais de segurança liberam tempo para se concentrarem em alertas que exigem raciocínio mais crítico.
Assim como no restante do setor de cibersegurança, os líderes de segurança de OT (Tecnologia Operacional) terão dificuldades para encontrar profissionais qualificados. Soluções rígidas e excessivamente complexas – como o SOAR legado – serão muito difíceis de integrar em equipes de TI/OT com poucos funcionários.
Para aumentar a eficiência dos profissionais de segurança existentes, as organizações precisarão recorrer a opções de baixo código. A automação de segurança de baixo código utiliza um mecanismo de automação poderoso, sem exigir programação complexa por parte do usuário. Isso economiza tempo para as equipes de segurança, permitindo que elas se concentrem na triagem de alertas e na proteção proativa de ativos.
Expandir a automação de segurança para além do SOC
A segurança se tornará uma prioridade ainda maior para as partes interessadas das empresas. No futuro, a demanda por automação irá além da segurança convencional. casos de uso A situação vai se agravar. As ameaças estão evoluindo – pense em falsificação de marca., fraude e ameaças internas.
As organizações precisarão introduzir uma solução centralizada de automação de segurança em departamentos ainda mais isolados, como RH e jurídico. Algumas soluções de automação de segurança de baixo código, como Turbina Swimlane, são adaptáveis e escaláveis o suficiente para fornecer esse gerenciamento de casos abrangente.
À medida que a integração de sistemas de Tecnologia Operacional (TO) e Tecnologia da Informação (TI) por meio da automação cresce, também aumenta a oportunidade de alcançar maior eficiência em diversos setores, da manufatura ao petróleo e gás, passando por serviços públicos. A automação acessível, como a de baixo código (low-code), é a chave para proteger toda a organização – e, quem sabe um dia, integrar toda a cadeia de suprimentos.
Soluções para Energia e Serviços Públicos
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